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Inflação mais branda tem reflexo em confiança do consumidor, nota FGV

RIO DE JANEIRO - O coordenador do núcleo de Análises Econômicas da Fundação Getulio Vargas (FGV), Aloisio Campelo, acredita que o arrefecimento da inflação em julho contribuiu para a melhoria do índice de confiança do consumidor (ICC), que passou de 101,9 pontos em julho para 108,2 pontos em agosto.

Valor Online |


O economista pondera que os índices de inflação mais favoráveis tiveram influência para que a situação atual da economia local - um dos cinco índices que compõem o ICC - passasse de 61 pontos em julho para 73,2 pontos no mês seguinte. A melhora da situação local tem ligação direta com a inflação e o bom momento do mercado de trabalho, frisou Campelo.

Também houve recuperação nos indicadores futuros. O índice de expectativa referente à economia local subiu de 100,6 pontos no mês passado, o pior patamar da série histórica iniciada em setembro de 2005, para 112,8 pontos em agosto. Já o indicador de expectativa da situação financeira da família pulou de 126,6 pontos para 127,9 pontos no mesmo período.

"O consumidor ainda está cauteloso, mas a situação de deterioração do otimismo foi arrefecida", observou Campelo.

O índice de expectativas para compra de bens duráveis também aumentou, indo de 81,4 pontos em julho para 82,3 pontos em agosto. O representante da FGV fez questão de ressaltar que a alta desta expectativa está longe de representar um aquecimento excessivo da demanda, e que não deve ser visto como um fator de preocupação quanto a possíveis pressões inflacionárias.

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