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Inflação deve retomar aceleração, diz Fipe

Para o coordenador do Índice de Preços ao Consumidor (IPC), da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), Antonio Evaldo Comune, a inflação bateu no seu limite de queda e a tendência daqui para frente é que ela volte a subir. Segundo ele, a média mensal do IPC Fipe daqui para o final do ano deverá ficar entre 0,40% e 0,50%.

Agência Estado |

 

Com isso, a expectativa é de que o índice encerre o ano em 6,50%.

Comune fez essa declaração durante entrevista coletiva à imprensa, em que comentou a variação de 0,35% do IPC na terceira quadrissemana de agosto (período de 30 dias encerrado no último dia 23). Comparativamente à taxa de 0,34% registrada na quadrissemana anterior, o IPC em referência, de 0,35%, fechou praticamente estável.

Ocorre, de acordo com o coordenador, que esta taxa interrompeu uma seqüência de nove quadrissemanas de desaceleração da inflação na capital paulista. Para Comune, a tarifa de energia elétrica, com alta de 2,91% ante uma deflação de 0,12% na quadrissemana anterior, foi um dos principais causadores desta interrupção à trajetória de desaceleração do IPC Fipe. Sozinha, a energia elétrica respondeu por 35% do índice apurado no período. Na avaliação de Comune, a tarifa de energia elétrica no encerramento do mês deverá chegar a uma alta de 5%.

Outro preço que deve pressionar o IPC, na avaliação do coordenador, é o dos cigarros, que na terceira quadrissemana subiu 1,04% por conta de um reajuste de 5% promovido pela Souza Cruz. Os cigarros também continuarão a pressionar a inflação por mais algum tempo.

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