leia o blog) participou de um chat, nesta sexta-feira, para comentar os dados do http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/01/09/ipca+fecha+o+ano+em+59+3243708.html target=_topÍndice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgados nesta manhã pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e tirar dúvidas dos internautas sobre a perspectiva da inflação em 2009." /
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Inflação deve recuar em 2009, diz José Paulo Kupfer

SÃO PAULO ¿ O colunista do iG José Paulo Kupfer (http://colunistas.ig.com.br/jpkupfer/ target=_topleia o blog) participou de um chat, nesta sexta-feira, para comentar os dados do http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/01/09/ipca+fecha+o+ano+em+59+3243708.html target=_topÍndice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgados nesta manhã pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e tirar dúvidas dos internautas sobre a perspectiva da inflação em 2009.

Redação |


O colunista afirmou que a inflação deve continuar descendo neste ano. Kupfer explicou que os preços dependem, em boa parte, da procura e da oferta. Com a procura caindo, reflexo da crise econômica, a tendência é o preço cair e, no processo, a inflação cair também. O ritmo atual é de recuo, disse.

Quanto aos juros, a tendência também é de baixa, segundo o colunista. O famoso mercado aposta numa redução agressiva de meio ponto, na próxima reunião do Copom [Comitê de Política Monetária], afirmou, durante o chat com os internautas do iG.

Questionado sobre o significado real da inflação de 2008 ¿ 5,9% ao ano, maior taxa desde 2004 ¿, Kupfer afirmou que a idéia de que inflação tem de ser muito baixa é intuitiva, mas não verdadeira. Segundo ele, inflação muita baixa, ou deflação, é tão problemática quanto a inflação alta.

Kupfer disse acreditar em um ano de recessão econômica no País, porque haverá um recuo grande em relação ao ritmo de crescimento de 2008. No entanto, o economista frisou que haverá crescimento, porém baixo. O ritmo [de crescimento] cairá de quase 6% para 3%. No Brasil, um crescimento de 2% ou 2,5% não é suficiente para empregar todos os fatores disponíveis, especialmente a mão-de-obra, explicou.

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