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Inflação da zona do euro recua em novembro; desemprego sobe

BRUXELAS (Reuters) - A inflação da zona do euro caiu para 2,1 por cento em novembro, e o desemprego aumentou mais rápido que o antecipado, de acordo com dados divulgados nesta sexta-feira. Diante disso, aumentam as expectativas de um forte corte da taxa de juro pelo Banco Central Europeu (BCE) na próxima semana, à medida que a economia encolhe. A inflação do consumidor nos 15 países da zona do euro desacelerou em 1,1 ponto percentual ante taxa anual de outubro de 3,2 por cento, estimou a agência de estatísticas da União Européia, a Eurostat.

Reuters |

As previsões do mercado giravam em torno de um declínio de 2,3 por cento.

O BCE quer que a inflação fique abaixo de 2 por cento, mas em torno deste número, e indicou que tem "amplo" espaço para cortar a taxa no dia 4 de dezembro, se as pressões inflacionárias baixarem.

A maioria dos economistas esperam um corte em 0,5 ponto percentual, para 2,75 por cento, mas cerca de um quarto deles prevêem um corte entre 0,75 e 1,00 ponto percentual.

Nenhum dado mensal ou desdobramento detalhado foi disponibilizado pela estimativa da Eurostat, mas uma queda forte nos preços do petróleo deve ser a principal razão para a queda da inflação anual.

A Eurostat informou que o desemprego na zona do euro aumentou para 7,7 por cento em outubro, ante 7,6 por cento em setembro. Economistas pesquisados pela Reuters esperavam um índice de 7,6 por cento em outubro.

(Reportagem de Jan Strupczewski)

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