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INCC-M teve variação de 0,22% no mês; no ano o indicador acumula alta de 6,18%, segundo a Fundação Getúlio Vargas

O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M), divulgado nesta quinta-feira pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) registrou, em agosto, taxa de variação de 0,22%, abaixo do resultado do mês anterior, de 0,62%. O resultado é o menor desde dezembro do ano passado, quando o indicador teve variação de 0,20%. No ano, o indicador acumula uma alta de 6,18% e em 12 meses a variação é de  6,80%.

Segundo a FGV, o índice relativo a materiais, equipamentos e serviços registrou variação de 0,38%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,48%. No índice referente a mão de obra, registrou-se variação de 0,06%. No mês de julho, a taxa foi de 0,77%.

No grupo materiais, equipamentos e serviços, o índice correspondente a materiais e equipamentos registrou variação de 0,32%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,53%. Dois dos quatro subgrupos apresentaram decréscimos em suas taxas de variação, com destaque para materiais para estrutura, cuja taxa passou de 0,72% para 0,30%. Contribuiu também para o recuo da taxa do índice o subgrupo materiais para acabamento (0,30% para 0,12%).

A parcela relativa a serviços passou de uma taxa de 0,27%, em julho, para 0,60%, em agosto. Neste grupo, vale destacar a aceleração do subgrupo serviços técnicos, cuja taxa passou de 0,36% para 1,49%.

Mão de obra

O grupo mão de obra registrou variação de 0,06%, em agosto. No mês passado, a taxa havia sido de 0,77%. A desaceleração foi conseqüência de impactos decrescentes de reajustes salariais ocorridos em Porto Alegre, onde a taxa passou de 4,24% para 0,23%.

Cinco capitais registraram desaceleração Salvador, Brasília, Recife, Porto Alegre e São Paulo. Em sentido oposto, Belo Horizonte e Rio de Janeiro tiveram aceleração.

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