SÃO PAULO (Reuters) - A inflação ao consumidor em São Paulo perdeu força na segunda medição do mês, favorecida pela estabilização dos preços no setor de transportes. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 0,51 por cento na segunda quadrissemana de março, ante alta de 0,61 por cento no período imediatamente anterior, informou a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) nesta quarta-feira.

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No fim de fevereiro, a alta havia sido de 0,74 por cento.

Os preços de Transportes foram um dos principais responsáveis pela desaceleração, mantendo-se estáveis após alta de 0,44 por cento na primeira quadrissemana de março. Desde o início do ano, esse grupo vinha exercendo pressão sobre os índices devido ao reajuste da tarifa de ônibus.

Os custos de Alimentos continuaram aquecidos, no entanto. A alta na segunda quadrissemana de março foi de 1,27 por cento, contra 1,20 por cento na medição anterior.

Já os preços de Educação subiram 0,15 por cento, ante 0,16 por cento na primeira quadrissemana.

Veja abaixo a variação de preços dos principais grupos de produtos e serviços:

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- Habitação: +0,50% +0,60%

- Alimentação: +1,27% +1,20%

- Transportes: 0,00% +0,44%

- Despesas pessoais: +0,43% +0,37%

- Saúde: +0,33% +0,46%

- Vestuário: -0,45% -0,25%

- Educação: +0,15% +0,16%

O IPC mede a variação dos preços no município de São Paulo de famílias com renda até 20 salários mínimos.

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