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Inflação abaixo do esperado derruba juros futuros na BM F

SÃO PAULO - Os contratos de juros futuros registram mais uma sessão de acentuada baixa na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM & F). A inflação oficial abaixo do esperado em dezembro ajudou a reforçar as apostas de que o Banco Central começará o ciclo de corte de juros com uma redução de 0,5 ponto percentual.

Valor Online |

Os mais otimistas montam posições no aguardo corte de 0,75 ponto.

Ao final do pregão, o contrato de Deposito Interfinanceiro (DI) com o vencimento para janeiro de 2010, o mais líquido, apontava baixa de 0,25 ponto percentual, para 11,61%. O contrato para janeiro 2011 caiu 0,33 ponto, a 11,63%, e janeiro 2012 apontava 11,76%, queda de 0,34 ponto.

Na ponta curta, o contrato para março de 2009 perdeu 0,05 ponto percentual, para 13,09%, e o DI para julho de 2009 recuou 0,13 ponto, projetando 12,30% ao ano.

Até as 16h15, antes do ajuste final de posições, foram negociados 536.860 contratos, equivalentes a R$ 47,67 bilhões (US$ 21,02 bilhões). O vencimento de janeiro de 2010 foi o mais negociado, com 239.560 contratos, equivalentes a R$ 21,51 bilhões (US$ 9,48 bilhões).

O presidente do Sindicato das Financeiras dos Estados do Rio de Janeiro e do Espírito Santo (Secif), José Arthur Assunção, avalia que a inflação em baixa e a redução no ritmo de atividade formam a receita ideal para o Banco Central cotar a taxa de juros.

Para Assunção, o Comitê de Política Monetária (Copom) dará a largada no ciclo com redução de 0,5 ponto percentual, e seguirá cortando a taxa ao longo de 2009 até os 11%. Atualmente, a Selic está fixada em 13,75% ao ano.

Contribuindo para a previsão de juros menores, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) apontou alta de 0,28% em dezembro, resultado menor do que o esperado pelo mercado. Com isso, a inflação oficial fechou o ano em 5,9%.

Na avaliação do especialista, mesmo superando o centro da meta de 4,5%, o resultado é positivo, ainda mais se for levado em conta que dois meses atrás a previsão era de inflação acima do teto da meta, fixado em 6,5%.

(Eduardo Campos | Valor Online)

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