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Indústria paulista já teme impacto da crise

Os impactos da crise ainda não foram sentidos pela indústria paulista, mas as expectativas dos empresários para outubro mostram, pela primeira vez, um temor em relação ao futuro. A Pesquisa Sensor, divulgada pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), que mede a percepção dos empresários sobre a atividade industrial, apresentou 50,4 pontos, abaixo dos 54,7 pontos de setembro.

Agência Estado |

É o pior resultado desde julho de 2007, também de 50,4 pontos. Todos os itens que compõem o índice pioraram - mercado, vendas, estoque e investimento -, exceto emprego, que ficou estável.

"Hoje existe claramente uma preocupação com os eventuais sinais da crise econômica na indústria", disse o diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp, Paulo Francini. Ainda assim, ele minimizou o resultado. "A expectativa positiva desapareceu. Não quer dizer que foi substituída por uma negativa."

O Indicador de Nível de Atividade (INA) da indústria paulista teve alta de 3,7% em setembro ante agosto, com ajuste sazonal, segundo dados divulgados ontem pela Fiesp. Sem ajuste, a alta na margem é de 1,9% e de 7,7% em relação a setembro do ano passado. No acumulado de janeiro a setembro, a atividade industrial cresceu 7,8% na comparação com igual período de 2007. Em 12 meses, a alta é de 8,1%. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

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