zero a zero - Home - iG" /
Publicidade
Publicidade - Super banner
enhanced by Google
 

Indústria de fundos deve encerrar o ano no zero a zero

SÃO PAULO - A indústria de fundos de investimentos deve terminar este ano perto do zero a zero em termos de evolução do patrimônio líquido, prevê o novo presidente da Associação Nacional dos Bancos de Investimento (Anbid), Marcelo Giufrida. Segundo ele, a rentabilidade das carteiras será suficiente para compensar os saques líquidos de recursos ao longo do ano, mas não muito mais do que isso.

Valor Online |

No dia 15 de outubro deste ano, o PL da indústria era de R$ 1,124 bilhão, ante R$ 1,157 bilhão do final do ano passado.

Este deve ser o pior resultado pelo menos desde 2002, ano em que a turbulência relacionada com a eleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em combinação com o início da marcação a mercado do valor das cotas, levou a uma série de saques das aplicações e causou um crescimento de apenas 3,38% no patrimônio líquido. De lá para cá, a expansão média anual foi de 26,6%.

Neste ano, além da queda da Bovespa, que afeta o valor das carteiras dos fundos de ações e dos multimercados, o segmento enfrenta a concorrência dos CDBs e de outras aplicações de renda fixa, como operações compromissadas, papéis imobiliários e até mesmo da poupança.

Mas Giufrida considera que o desempenho não é tão ruim, se for considerada uma comparação internacional. Segundo ele, os saques líquidos até agora, de R$ 40 bilhões ao longo do ano, representam cerca de 3% do patrimônio da indústria, um "número relativamente pequeno". Em outros países, a redução do patrimônio foi maior, 9,89% no Japão, 8,88% na Grã-Bretanha e 3,49% nos Estados Unidos até agosto em relação a dezembro.

Giufrida tomou posse hoje, ao lado da nova diretoria, como presidente da Anbid.

(Fernando Torres | Valor Online)

Leia tudo sobre: home

Notícias Relacionadas


Mais destaques

Destaques da home iG