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Indústria cresce moderadamente no terceiro trimestre, diz CNI

BRASÍLIA - A atividade industrial mostrou queda na velocidade do crescimento, no terceiro trimestre do ano sobre o segundo

Valor Online |

. O que não compromete as perspectivas de evolução recorde em 2010, nota o economista-chefe da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Flavio Castelo Branco. "Quando falamos que a indústria segue em ritmo moderado, significa que não está crescendo mais em um ritmo tão forte quanto se observava no início do ano", explicou ele. A perda dos estímulos fiscais anticrise, a valorização do câmbio e o descompasso entre a forte demanda interna e o crescimento da economia mundial em ritmo mais fraco são alguns dos fatores que, segundo Castelo Branco, explicariam os números de setembro. A produção industrial, medida pelas horas trabalhadas nos indicadores da CNI, caiu 0,4% em setembro sobre agosto (índice dessazonalizado). As vendas reais da indústria subiram 1,9% na mesma comparação. Cresceu 11,3% no acumulado do ano até setembro, uma variação recorde. Em relação ao segundo trimestre, o intervalo entre julho e setembro mostrou alta de 3,9% no faturamento. E aponta um avanço de 9,3% como efeito carregamento, descontadas as perdas de 2009. Isso significa que as fábricas brasileiras já recuperaram a queda de 4,3% nas vendas, no ano passado, e correm para um resultado bem superior aos 5,4% de avanço registrado em 2008, a melhor evolução das vendas reais apurada pela entidade empresarial. Os indicadores da CNI apontam ainda situações favoráveis, como recuo no uso da capacidade instalada pelo quinto mês consecutivo até setembro, e alta de 15 meses seguidos no emprego. (Azelma Rodrigues | Valor)

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