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Indústria aeronáutica chinesa mostra as garras com primeira venda de avião regional

A ambiciosa indústria aeronáutica chinesa mostrou suas garras nesta terça-feira ao anunciar que conseguiu vender seu primeiro avião regional comercial, em um setor no qual concorre com a brasileira Embraer e a canadense Bombardier.

AFP |

A empresa norte-americana GECAS, filial de aluguel de aviões do conglomerado GE, assinou um pedido firme de cinco exemplares do primeiro avião regional comercial chinês, com opção de compra de outras 20 aeronaves, anunciaram nesta terça-feira ambas as empresas.

Os cinco aviões ARJ21 serão entregues em 2013 à GECAS pela companhia chinesa CACC (Commercial Aircraft Corporation of China), segundo a mesma fonte.

As companhias não confirmaram o valor do contrato, que segundo a imprensa chinesa chegaria a 735 milhões de dólares.

O contrato foi assinado durante o salão aeronáutico de Zhuhai, no sul da China, que foi inaugurado nesta terça-feira e terminará no domingo.

O ARJ21, o "avião regional avançado para o século 21", que possui entre 70 e 90 assentos, é o primeiro projeto, lançado em 2003, de um programa que pretende dotar a China de sua própria indústria aeronáutica.

A China tem também o objetivo de construir um avião de mais de 150 assentos até 2020, que poderá competir com a européia Airbus e a norte-americana Boeing, duas companhias que dividem o mercado aeronáutico chinês da aviação civil, que há anos experimenta um forte crescimento.

A demanda chinesa de aviões civis, que poderá representar 10% da demanda mundial, representará 390 bilhões de dólares em 20 anos, segundo estimativas da Boeing.

gn-frb/dm

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