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Índice futuro sinalização pregão de alta na Bovespa

SÃO PAULO - A quarta-feira deve ser de valorização na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). A indicação é dada pelo Ibovespa futuro, que registra alta na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM & F).

Valor Online |

Há pouco, o contrato com vencimento em dezembro ganhava 1,95%, aos 39.100 pontos.

Em Wall Street, o pregão também tem contorno positivo. Os democratas e a Casa Branca chegaram a um acordo inicial para resgatar o setor automotivo. Em troca de US$ 15 bilhões em empréstimos, as empresas serão observadas de perto pelo governo. Um regulador terá poder para revogar os empréstimos e negar novas injeções de dinheiro caso as empresas não entrem em acordo com sindicatos e credores.

A agenda do dia é pouco relevante, reservando os estoques no atacado e a variação semanal nas reservas de óleo e derivados nos EUA.

Na Europa, o setor de mineração opera com destaque depois que a Rio Tinto anunciou a demissão de 14 mil empregados e um programa de redução de custos, que prevê uma diminuição de US$ 10 bilhões em seu endividamento líquido até o fim de 2009.

Os papéis da mineradora têm aumento superior a 10% na Bolsa de Londres, onde o índice FTSE-100 registrava leve recuo, de 0,06%. Já na Bolsa de Frankfurt, o Xetra-DAX reverteu as perdas da manhã e subia 0,41%.

No câmbio, o dólar repete o observado na sessão de ontem e devolve a alta registrada no começo do pregão. Há pouco, a moeda era negociada a R$ 2,466 na venda, desvalorização de 0,20%.

O pregão de terça-feira foi bastante instável, mas, no encerramento, o sinal externo negativo preponderou, resultado em queda de 0,83% para o Ibovespa, que fechou em 37.968 pontos. O giro financeiro ficou em R$ 4,3 bilhões.

Em Wall Street, as previsões pouco otimistas da FedEx e da Texas Instruments estimularam as vendas. Com isso, Dow Jones perdeu 2,72% e o Nasdaq caiu 1,55%.

Na Ásia, a quarta-feira foi de valorização para os principais mercados. Tóquio subiu 3,15% e Seul ganhou 3,62%. Na China, Hong Kong teve alta de 5,59%, enquanto Xangai valorizou 2,03%.

(Eduardo Campos | Valor Online)

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