Washington, 26 ago (EFE).- O índice de pobreza nos Estados Unidos se manteve em 12,5% da população durante 2007, ano no qual a renda efetiva das famílias foi elevada, mas persistiram as diferenças entre brancos, negros e hispânicos, informou hoje o Escritório do Censo.

Entre 2006 e 2007, a renda efetiva das famílias americanas teve um aumento de 1,3% e chegou aos US$ 50.233 por ano, o terceiro aumento anual consecutivo, tendo uma mesma elevação percentual, embora tenha havido desigualdades entre os grupos raciais classificados pelo censo.

A renda efetiva média das famílias de negros e de brancos não hispânicos apresentou entre 2006 e 2007 o primeiro aumento para cada um desses grupos desde 1999.

"A renda média real das famílias se manteve igual do ponto de vista estatístico para asiáticos e hispânicos", acrescentou o relatório.

Em 2007, a renda média das famílias de asiáticos foi de US$ 66.103; de brancos, US$ 54.920; de hispânicos, US$ 38.679 e de negros US$ 33.916, explicou o Escritório do Censo.

No ano passado, as remunerações das mulheres que trabalhassem em expediente integral eram equivalentes a 78% do que os homens recebiam, apontou.

Os lucros médios reais dos homens que trabalham durante expediente integral subiram de US$ 43.460 anuais, em 2006, para US$ 45.113 anuais em 2007, acrescentou.

"No caso das mulheres, as remunerações médias subiram de US$ 33.437 para US$ 35.102", destacou.

O Escritório do Censo emprega a definição de pobreza do Escritório de Administração e Orçamento ajustada segundo o Índice de Preços ao Consumidor, segundo o qual, a linha de pobreza média para uma família de quatro pessoas em 2007 era uma renda anual de US$ 21.203. EFE jab/bm/gs

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