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Índia não entrará em recessão, diz seu ministro de Finanças

Nova Délhi, 24 nov (EFE).- A Índia permanecerá no posto de segunda economia com maior crescimento do mundo e não corre o risco de entrar em recessão apesar da crise financeira internacional, disse hoje o ministro indiano de Finanças, P.

EFE |

Chidambaram.

"Uma recessão se define como dois trimestres consecutivos de contração do PIB (Produto Interno Bruto). Eu gostaria de ressaltar que a Índia não está de modo algum próxima de uma recessão", afirmou o ministro, citado pela agência "Ians".

No entanto, o titular de Finanças reconheceu que a crise terá um impacto negativo na economia do país e que a Índia enfrenta uma situação complicada.

"Do nosso ponto de vista, esperamos uma moderação da taxa de crescimento econômico neste ano para um nível entre 7% e 8%. Mas, a Índia continuaria sendo a segunda grande economia de mais rápido crescimento do mundo", acrescentou Chidambaram.

O ministro explicou que alguns setores produtivos como o manufatureiro, as comunicações, o comércio e a construção, que foram os principais motores da economia indiana, registrarão crescimentos mais moderados.

Para Chidambaram, uma das soluções é o aumento do investimento em projetos de infra-estruturas como estradas, portos, aeroportos e de energia.

"Aumentar a despesa no setor de infra-estruturas é uma parte importante" das medidas contempladas "para conter o impacto da desaceleração", acrescentou.

Além disso, segundo o ministro, o setor exterior continua sendo robusto e é um reflexo da fortaleza que a economia indiana alcançou no ano fiscal 2007-2008, quando o PIB do país cresceu 9,4%. EFE mb/ab/jp

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