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Índia anuncia pacote de US$ 4 bilhões para estimular a economia

O governo da Índia anunciou neste domingo um plano de 4 bilhões de dólares para ajudar a proteger a economia do país dos efeitos da crise financeira e econômica mundial.

AFP |

Além disso, o governo anunciou um aumento substancial dos gastos no orçamento do próximo ano, mas não proporcionou cifras.

Entre as medidas destaca uma redução de 4% do imposto sobre o valor agregado a fim de incentivar o consumo, assim como incentivos para potencializar as exportações, um aumento dos gastos nas infra-estruturas e ajudas às pequenas e médias empresas.

No sábado, o Banco Central indiano anunciou um corte de 1% em sua taxa de juros a curto prazo, com o objetivo de reativar o crescimento econômico e aliviar o impacto da crise financeira mundial sobre o país.

Com a redução, a taxa que rege os empréstimos da instituição central aos bancos comerciais passa de 7,5% para 6,5%, enquanto a taxa que regula os empréstimos dos bancos para o BC cai de 6% ra 5%.

A medida pretende "frear a desaceleração da economia e revigorar o crescimento", declarou o diretor do Banco Central indiano, Duvvuri Subbarao.

"A confiança empresarial foi afetada, da mesma forma que o crédito para as sociedades", indicou o governador em uma entrevista coletiva.

"Nossos cortes de taxas devem ser um sinal direto e decisivo para que os bancos também reduzam suas taxas", destacou Subbarao, referindo-se à forte contração do crédito que assusta o país.

O corte - o terceiro em menos de dois meses - faz parte de um pacote de medidas de estímulo econômico elaborado pelo governo indiano, preocupado com os efeitos da recessão de muitos países e dos recentes atentados contra a capital financeira, Mumbai.

A confiança financeira do país também foi prejudicada depois dos atentados de Mumbai, capital financeira da Índia, que deixaram 173 mortos, entre eles mais de 20 estrangeiros.

"O governo está observando de perto a evolução da situação econômica, e não hesitará em aprovar as medidas necessárias para conter as tendências de recessão e manter o ritmo da atividade econômica", indicou o gabinete do primeiro-ministro indiano, Manmohan Singh.

pg/ap/cn

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