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Indústria amplia uso da capacidade instalada

A indústria brasileira usou, no mês passado, 84,3% da capacidade produção das fábricas, aponta a Sondagem Conjuntural da Indústria de Transformação da Fundação Getúlio Vargas (FGV), que calcula o indicador livre das influências sazonais. O resultado de março avançou 0,3 ponto porcentual na comparação com fevereiro e é o maior registrado pelo indicador desde outubro de 2008.

AE |

A indústria brasileira usou, no mês passado, 84,3% da capacidade produção das fábricas, aponta a Sondagem Conjuntural da Indústria de Transformação da Fundação Getúlio Vargas (FGV), que calcula o indicador livre das influências sazonais. O resultado de março avançou 0,3 ponto porcentual na comparação com fevereiro e é o maior registrado pelo indicador desde outubro de 2008. Naquele mês o índice atingiu 85,1%, De fevereiro para março, o uso da capacidade de produção da indústria cresceu em três dos quatro setores pesquisados. Também em três setores o nível de uso da capacidade instalada superou a média mensal, calculada desde janeiro de 2003. O grande destaque ficou para os bens de consumo duráveis. As fábricas desse setor usaram, no mês passado, 90,9% da sua capacidade de produção, com um avanço de 1,4 ponto porcentual na comparação com fevereiro. Antes da crise, esse setor ocupava 92% da capacidade instalada. "A indústria está operando com ritmo forte, menos confortável, que deve ser monitorado mais de perto", afirma Aloisio Campelo, responsável pela pesquisa da FGV, que consultou 1.165 indústrias. Na análise do economista, a volta da cobrança integral do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos e eletrodomésticos pode esfriar a demanda pelos bens de consumo duráveis, além da maturação dos projetos de investimento. Mas ele ressalta que esse impacto poderá ser atenuado pelo crescimento da massa de salários, que está muito forte e deve continuar puxando o consumo. Confiança. A pesquisa sobre a expectativa dos empresários mostrou que o índice de confiança da indústria de bens de consumo duráveis, que foram os beneficiados pela queda do IPI, caiu 4,4% de fevereiro para março. Campelo observa que a queda pode refletir o fim do corte do IPI. Ainda assim, o índice geral da confiança do industrial na economia atingiu 116,5 pontos em março. Foi a 14.ª alta seguida, sinalizando o início de um ciclo de crescimento sustentável, com elevação da produção e do emprego. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.
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