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Incorporação da EDS será mais fácil que a da Compaq, diz vice-presidente mundial da HP

SÃO PAULO - A aquisição da EDS será menos traumática para a Hewlett Packard (HP) do que foi a fusão com a Compaq. Juntas, as duas empresas têm pouca sobreposição de clientes e negócios, o que não ocorreu no caso da aquisição da fabricante de computadores, ocorrida em 2001.

Valor Online |

Segundo a vice-presidente mundial da divisão de produtos e serviços corporativos da HP, Ann Livermore, a diferença entre essa aquisição e a da Compaq é que dessa vez muito menos áreas da companhia foram afetadas.

A Compaq tinha muitas operações similares às nossas, atuando com PCs, servidores, softwares e armazenamento, diz. No caso da EDS, a fusão é mais específica, afirma Livermore.

Segundo o presidente da HP no Brasil, Mário Anseloni, a transação foi importante por trazer novas tecnologias e mais experiência na área de servidores para a companhia, com uma base de clientes quase 100% sem sobreposição. Praticamente somamos os clientes da EDS à nossa própria base, disse. Segundo ele, isso é importante porque simplifica a estratégia de comercialização dos produtos, já que não há mais de uma área cuidando do mesmo segmento na empresa, o que ocorreu no caso da fusão com a Compaq.

De acordo com a executiva, a aquisição da EDS faz parte de uma estratégia contínua da HP de se fortalecer através de compras de outras empresas. Sempre se verá a HP adquirindo outras companhias, seja para melhorar sua participação num mercado específico ou incorporar uma tecnologia importante. E essas transações podem ser grandes como essa da EDS, ou menores, afirma.

O negócio, informa Livermore, ainda precisa ser aprovado pelos acionistas da EDS e por agências reguladoras. Assim, no mínimo, a conclusão só poderia ocorrer após o próximo dia 31 de julho, quando a proposta da HP, de US$ 13,25 bilhões, será votada pelos acionistas da EDS.

Com a aquisição, a divisão de produtos e serviços corporativos da HP terá faturamento de US$ 38 bilhões e empregará 210 mil funcionários, afirmou Livermore.

(José Sergio Osse | Valor Online)

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