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InBev ficará com Anheuser-Busch em acordo de US$ 52 bilhões

SÃO PAULO - A belgo-brasileira InBev chegou a um acordo com a americana Anheuser-Busch sobre a combinação das duas cervejarias. Os acionistas da Anheuser receberão US$ 70 por ação em dinheiro, transação avaliada em US$ 52 bilhões. O Conselho de Diretores de ambas companhias aprovaram o negócio.

Valor Online |

A combinação da Anheuser-Busch e InBev criará uma líder global na indústria de cerveja e uma das cinco maiores companhias de produtos ao consumidor. Em uma base pro-forma para 2007, a empresa combinada teria gerado volume de 460 milhões de hectolitros, receita de US$ 36,4 bilhões e lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização de US$ 10,7 bilhões, destacou a InBev em nota em sua página eletrônica.

A Anheuser-Busch, fabricante da Budweiser, e a InBev, dona das marcas Brahma, Antarctica e Stella Artois, acreditam que a operação atende aos melhores interesses dos acionistas de ambas, consumidores, funcionários, atacadistas, parceiros comerciais e às comunidades a que servem.

Durante semanas, a Anheuser, de St. Louis, no Missouri, mostrou-se resistente à venda, mas, na semana passada, a InBev, sediada em Leuven, na Bélgica, promoveu discussões amigáveis e elevou sua oferta em dinheiro original em US$ 5 por ação, de US$ 65 para US$ 70.

A nova companhia será chamada Anheuser-Busch InBev. Todas as cervejarias americanas da Anheuser permanecerão abertas e o executivo-chefe da InBev, Carlos Brito, será o executivo-chefe da empresa combinada. A Anheuser terá dois assentos no Conselho.

A empresa ampliada contará com diversificação geográfica, com posições importantes nos cinco principais mercados do mundo - China, Estados Unidos, Rússia, Brasil e Alemanha, e exposição equilibrada em mercados em desenvolvimento e desenvolvidos.

Tanto os acionistas da InBev como da Anheuser-Busch ainda precisam aprovar a transação. Eles terão a oportunidade de votar sobre a combinação proposta durante reuniões especiais que ainda serão marcadas. A previsão é de que o negócio esteja concluído até o fim deste ano.

(Juliana Cardoso | Valor Online)

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