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Impasse entre Bolívia e Queiroz Galvão pode estar perto do fim

La Paz - O governo boliviano anunciou nesta quinta-feira que analisa a proposta apresentada pela Queiroz Galvão para terminar a construção de uma estrada, após o ultimato dado à empresa brasileira.

EFE |

O ministro de Obras Públicas, Óscar Coca, explicou em coletiva de imprensa que a construtora brasileira aceitou a proposta do governo de manter o custo inicialmente estipulado para as obras na rota Potosí-Tarija, no sul do país, apesar de ter imposto algumas novas condições que estão sendo estudadas.

"Estamos esperando este relatório que seguramente chegará hoje ou amanhã o mais tardar para ter finalmente um critério", antecipou o ministro.

O governo Evo Morales deu, há 15 dias, um ultimato a Queiroz Galvão para que antes de 10 de dezembro decidisse se poderia seguir na construção da via Potosí-Tarija, após rejeitar um pedido da empresa de aumento dos custos em US$ 45 milhões.

Segundo o governo, a empresa aceitou manter o orçamento de US$ 226 milhões, apesar de no mês passado ter pedido em comunicado que o montante subisse a US$ 271 milhões.

A presidente da Administradora Boliviana de Estradas (ABC), Patricia Ballivián, assinalou que uma das novas condições da empresa é que seja paga uma dívida de entre US$ 15 e US$ 17 milhões.

A construtora também coloca dentro da mesma proposta 28 meses para terminar a obra.

Essas novas negociações se dão depois que em março passado a empresa retomasse a construção da estrada após a rescisão de seu contrato em setembro de 2007, quando o Governo denunciou problemas nos avanços da obra.

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