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Impacto da Selic no consumo não preocupa BR Malls, diz diretor

SÃO PAULO - A elevação da taxa básica de juros e seu efeito sobre o consumo não preocupa a BR Malls, empresa que tem no aluguel de espaços em shopping centers a sua principal fonte de receita. Com a economia aquecida e as vendas crescentes, as lojas instaladas nos shoppings administrados pela companhia mostram que têm gordura para queimar diante de uma eventual desaceleração causada pela Selic maior.

Valor Online |

O cenário é descrito pelo diretor de Relações com Investidores da BR Malls, Leandro Bousquet. Ele afirmou que o custo de ocupação das lojas - que é composto pelos gastos com aluguel, encargos comuns e fundos de promoção - representaram 8,8% das vendas durante o segundo trimestre deste ano, uma queda de 3,9 pontos percentuais em relação ao mesmo período de 2007, quando estava em 12,7%.

De acordo com o executivo, é considerado adequado pela empresa um patamar entre 12% e 15% no custo de ocupação das lojas. A folga registrada no segundo trimestre deste ano, segundo ele, mostra que uma eventual desaceleração das vendas não iria prejudicar a capacidade das lojas arcarem com seus compromissos.

Mais do que isso, o custo de ocupação verificado encoraja a BR Malls a buscar uma renegociação mais favorável dos contratos de aluguel, o que ocorre a cada cinco anos. Anualmente a companhia corrige esses contratos, que são indexados, no mínimo, à variação do IGP-M. O cenário de inflação é favorável para nós, disse Bousquet, já preparado para a reclamação dos lojistas. Lojista que não chora é uma peça de ficção, completou o executivo.

(Murillo Camarotto | Valor Online)

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