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Imóvel 40% mais caro é o preferido

Os paulistas estão comprando imóveis até 40% mais caros. O Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Creci-SP) entrevistou 431 imobiliárias da Capital e verificou que, em junho, os imóveis mais vendidos foram os de valor médio de até R$ 140 mil, que somaram 51,19% do total.

Agência Estado |

Até o início do ano, a maior parte dos imóveis vendidos valia até R$ 100 mil.

A pesquisa mostra ainda que os compradores preferiram os apartamentos. Apenas 30% dos consumidores escolheram as casas. A maioria das vendas, 69%, concentrou-se em bairros das zonas de valor A, B e C, que são as que agrupam as regiões de maior poder aquisitivo na Capital.

Os aumentos variaram entre 1,07% (no caso de imóveis de padrão médio, com mais de 15 anos de construção e localizado em bairros como Aclimação e Alto da Lapa) e 25,72% (para os imóveis de padrão standard construídos entre 8 e 15 anos e situados em Brasilândia, Pedreira e Lausanne Paulista).

Queda nas vendas

Embora tenha havido um aumento do valor dos imóveis comercializados, a pesquisa do Creci-SP apontou queda de 30,6% nas vendas em junho em relação a maio. Na avaliação da entidade, isso ocorreu porque a atual política de crédito concentra recursos no financiamento de imóveis mais caros, o que diminuiria o volume total de negócios. "Um crédito bancário de R$ 200 mil pode financiar a compra de um imóvel de R$ 200 mil ou de dois imóveis de R$ 100 mil. E essa divisão de recursos para atender à população com menor renda deveria ser uma preocupação de todos os bancos", disse o presidente do Creci, José Viana Neto.

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