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IDC reduz projeção para investimentos globais em TI

A IDC reduziu sua projeção para os investimentos globais em Tecnologia da Informação (TI) em 2009. Pelas novas estimativas, as despesas com TI em âmbito mundial devem crescer 2,6% no próximo ano, bem menor que os 5,9% divulgados em pesquisa de agosto.

Agência Estado |

Nos Estados Unidos, os aportes devem ser apenas 0,9% maiores, ante uma previsão de 4,2% anunciada antes da crise financeira. Para a América Latina, a expectativa foi revista de 13,7% para 7,8%.

O México deve ser o mais afetado entre os países latino-americanos, segundo a consultoria IDC, baseada em pesquisa na qual entrevistou 164 empresas da Argentina, Brasil e México. A maioria destas companhias considerou que a crise terá um efeito negativo sobre seus respectivos mercados.

Os segmentos mais atingidos em 2009 na região devem ser o de hardware de consumo, como computadores pessoais, impressoras e câmeras digitais, no quais os investimentos são mais voláteis e dependem diretamente da propensão dos consumidores a gastar. A IDC havia mencionado que os gastos com este mercado já tinham desacelerado em meados de outubro. Para 2009, espera-se que o mercado de hardware de consumo sofra mais nos dois primeiros trimestres, retomando o fôlego no segundo semestre.

Pela análise da IDC, divulgada hoje à imprensa, os mercados de software e serviços serão os menos afetados pela crise. O mercado de software na América Latina deve avançar 9% no próximo ano e o de serviços, 8,6%. Segundo a IDC, o segmento de grandes empresas preservará os contratos de manutenção de software. No mercado de serviços, a expectativa é de que também sejam mantidos os projetos em curso de outsourcing, gerenciamento de operações e integração de sistemas.

Antes da crise, 37% das organizações que participaram da pesquisa consideravam que os investimentos em TI no próximo ano seriam mais altos do que em 2008. Ao mesmo tempo, 52% dos entrevistados previam que os gastos permaneceriam iguais e apenas 12% disseram que seriam menores. "A crise mudou a situação, mas o cenário é de menos otimismo e não de total pessimismo", diz a IDC, em nota.

"De fato, o número de empresas que acredita que os investimentos em 2009 vão superar os deste ano chega a 23%, enquanto 46% consideram que permanecerão estáveis. Já as companhias que crêem que os aportes no próximo ano serão inferiores a 2008 somaram 32%", explica a consultoria.

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