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Ibovespa sobe, de olho na fusão Itaú-Unibanco

O primeiro pregão de novembro da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) opera sob o impacto da notícia da fusão entre Itaú e Unibanco, criando a maior instituição financeira do Hemisfério Sul. Por volta das 14h50 (de Brasília), o índice Bovespa subia 3,01%, a 38.379 pontos.

Redação com agências |

 

As ações do setor bancário devem reagir em bloco ao anúncio que pegou de surpresa todo mundo, já que o negócio é fruto de negociação sigilosa de 15 meses. 

Entre os analistas, a avaliação é de que o negócio entre Itaú e Unibanco mostra a volta da confiança e da credibilidade no setor e é mais um passo no sentido da consolidação do setor financeiro nacional. "Esse anúncio traz uma mudança de foco importante para os negócios", disse um analista. A partir deste anúncio, os analistas já esperam outros movimentos importantes de consolidação do sistema financeiro nacional.

O comunicado não faz referência a valores, o que deverá ser informado hoje à tarde, às 16h30 (de Brasília), na entrevista que será concedida pelos banqueiros Roberto Setúbal e Pedro Moreira Salles. O fato relevante informa que a relação de troca será de 1,7391 Unit do Unibanco por uma ação do Itaú Unibanco Holding.

Ações

As ações dos grupos financeiros Itaú e Unibanco disparavam nesta segunda-feira, no início da tarde. Os papéis do Itaubanco chegaram a subir 17,4% e concentravam mais de 15% do volume financeiro negociado na Bovespa nas primeiras horas de operações. As ações da Itaúsa, controladora do Itaubanco, subiam 12,3%, com quase 6% do volume financeiro negociado. Enquanto isso, os títulos do Unibanco subiam quase 11%, com 12% do volume financeiro.

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) deve intervir para estabilizar a cotação destas ações, após as altas desproporcionais, informou a bolsa.

O Unibanco conseguia descontar parte das fortes perdas registradas ao longo do ano, quando seu valor de mercado no Ibovespa caiu 36%, e 7% nos últimos 30 dias.

Exterior

No exterior, os mercados começaram a semana com o viés positivo, porém de forma cautelosa. Além da preocupação com a retração da economia global, a agenda da semana é de tirar o fôlego.

A eleição americana amanhã que definirá se o próximo presidente será o democrata Barack Obama ou o republicano John McCain deve mexer com os preços dos ativos.

Com o fim do horário de verão nos Estados Unidos, o mercado de ações em Nova York passará a operar mais tarde, das 12h30 às 19h (de Brasília).

Dólar

O dólar opera em alta no mercado brasileiro. Por volta das 14h50, subia 0,74%, cotado a R$ 2,176.

(Com informações da Agência Estado e Efe)

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