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A bolsa precisou de poucos minutos no pregão desta segunda-feira para retomar o patamar de 67 mil pontos, puxada pela alta internacional das cotações das commodities. Às 12h24, o Ibovespa registrava alta de 1,45%, a 67.

288 pontos, com volume de R$ 1,15 bilhão e projeção de R$ 5,54 bilhões para o fechamento.

Para a equipe de análise da XP Investimentos, apesar do início promissor, a bolsa deve apresentar volatilidade nesta semana, por conta da agenda carregada de indicadores. O mercado aguarda para logo mais, às 13h, a divulgação dos dados de vendas de casas existentes em outubro nos Estados Unidos. Amanhã, sai a revisão do PIB do terceiro trimestre nos EUA e, na quarta-feira, os gastos e renda do consumidor norte-americano.

A alta de mais de 2% do petróleo na Nymex impulsiona Petrobras, cujas ações PN e ON sobem 1,64% e 0,96%, respectivamente. A estatal informou que começará a financiar os fornecedores com os recursos que obtiver a partir da capitalização.

Em palestra na Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), o diretor financeiro e de Relações com Investidores da Petrobras, Almir Barbassa, disse que todo o processo da cessão onerosa dos cinco bilhões de barris de petróleo do governo e da capitalização propriamente dita esteja concluído até o final do primeiro semestre de 2010.

Fora do índice, destaque para VisaNet (Cielo). Os papéis da companhia registram alta de 2,84% após o anúncio de que o conselho de administração da empresa autorizou a diretoria a recomprar até 6 milhões de ações ordinárias.

Operadores destacam que a recompra é uma sinalização de que a companhia considera o preço atual das ações barato. Na quinta-feira, os papéis fecharam cotados a R$ 15,50, apenas 3,3% acima do IPO, em junho deste ano. A concorrente Redecard pega carona na valorização de Visanet e sobe 3,02%.

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