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Ibovespa opera em baixa; dólar sobe

Depois dos fortes ganhos de ontem, quando o Índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Ibovespa) avançou 8,36%, o mercado brasileiro operava em baixa nesta terça-feira, sinalizando uma correção de preços dos ativos financeiros. Já o dólar opera em forte alta.

Redação com agências |

 

Porém, a intensidade e a duração dessa realização de lucros nesta sessão será influenciada em grande parte pelo mercado internacional, que opera em direções divergentes, mas num ambiente de menor tensão, embora ainda volátil. Por volta das 14h50, o Ibovespa tinha queda de 2,71%, aos 38.373 pontos.

Dólar

O Banco Central anunciou mais um leilão de dólar no mercado pronto, na tentativa de conter a apreciação da moeda americana, que pode pressionar as taxas de inflação no País. Por volta das 14h50, a divisa subia 5,79%, cotada a R$ 2,248.

A divisa está desde cedo bastante apreciada e os agentes mencionam a pressão que vem dos contratos futuros da moeda negociados na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM & F). O vencimento de novembro registra alta de 6,22%, projetando a moeda a R$ 2,255.

Mais cedo, o BC já havia realizado outro leilão, de swap cambial, operação em que a autoridade monetária assume posição vendedora em dólar e compradora em taxa de juro. Na operação, foi vendido o lote integral de 10 mil contratos de swap. A colocação equivale a US$ 500,1 milhões. Esta foi a décima segunda sessão consecutiva em que o BC vendeu contratos de swap cambial.

Bovespa

O fluxo de recursos no mercado interbancário continua fluindo melhor, devolvendo um pouco mais de confiança aos investidores. Mas o mercado de crédito para as empresas continua bastante adverso.

O ajuste negativo na Bovespa hoje sofre também a influência das matérias-primas (commodities), o que deve repercutir em cheio nas ações de Petrobras e Vale, que na véspera cravaram altas superiores a dois dígitos, turbinando os ganhos da Bovespa.

O petróleo, que ontem fechou acima de US$ 74 o barril, hoje volta a operar em baixa, na faixa dos US$ 72 o barril em Nova York, com os investidores à espera da reunião de emergência da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) na sexta-feira (dia 24).

Além disso, o mercado acompanha com atenção os balanços de empresas americanas a serem divulgados. A lista de divulgação é longa e inclui nomes de peso como Yahoo, Apple, Pfizer, 3M, Caterpillar, Dupont, entre outros. São os balanços que estão puxando o movimento de realização indicado pelos índices futuros em Nova York.

Ao mesmo tempo, continua a expectativa com um novo pacote de estímulo fiscal nos EUA, conforme sinalizado ontem pelo presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), Ben Bernanke.

Aqui, as atenções se voltam para o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, que participa com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, de debate sobre crise financeira mundial na Câmara.

(Com informações da Agência Estado e Valor Online)

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