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Ibovespa inverte direção e passa a subir no pregão

SÃO PAULO - Embora tenha iniciado o dia em baixa, com o humor dos investidores pressionados pelo resultado das vendas do varejo americano, o mercado brasileiro inverteu o rumo no pregão, acompanhando o cenário externo. Logo cedo, o Departamento do Comércio dos Estados Unidos revelou que as vendas varejistas do país surpreenderam negativamente, ao recuarem 1,2% de abril para maio. Os dados deram um tom negativo para o pregão, que levaram o Ibovespa a marcar pontos na mínima do dia. Pouco antes das 11h, entretanto, as bolsas americanas, que também estavam em queda, passaram para o campo positivo, com o indicador da Universidade de Michigan.

Valor Online |

De acordo com a instituição, uma leitura preliminar do sentimento de confiança do consumidor americano indicou uma melhora de maio para junho, ao passar de 73,6 para 75,5. Às 11h20, o Ibovespa subia 0,40%, aos 63.302 pontos, com giro financeiro de R$ 1,031 bilhão. O índice futuro registrava elevação de 0,19%, para 63.225 pontos. No último pregão, o Ibovespa subiu para 63.048 pontos. Em Wall Street, as bolsas operam de lado. Há instantes, o Dow Jones tinha desvalorização de 0,17%, enquanto o Nasdaq avançava 0,48% e o S & P 500 tinha decréscimo de 0,08%. No cenário corporativo brasileiro, as "blue chips" operam em sentidos opostos. Há instantes, os papéis PNA da Vale subiam 0,67%, para R$ 41,50, enquanto as ações PN da Petrobras se depreciavam em 0,40%, para R$ 29,78. Entre as principais altas do Ibovespa, destaque para os papéis ON da mineradora MMX, com avanço de 2,18%, para R$ 11,68, as ações ON da Cosan, com valorização de 2,13%, a R$ 21,09, e Gol PN, com apreciação de 2,10%, a R$ 21,80. Entre as baixas, figuravam as ações ON da Telemar, com recuo de 1,21%, a R$ 36,55, os papéis PN da Telesp, com queda de 1,80%, a R$ 38,10, e Copel PNB, com desvalorização de 2,03%, para R$ 32,75. A Copel levou o lote A do leilão de linhas de transmissão e subestações da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que é realizado na Bovespa. A empresa fez uma oferta agressiva, de receita anual de R$ 20,017 milhões, o que corresponde a uma deságio de 35,91% ante receita anual máxima estabelecida de R$ 31,233 milhões. O lote, que foi bem disputado, inclui a construção da linha de transmissão Araraquara 2 - Taubaté, com 356 quilômetros. A estimativa para a entrada em operação é de 24 meses. (Beatriz Cutait | Valor)

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