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SÃO PAULO - No segundo pregão seguido de baixa, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) teve seu desempenho comprometido pelo cenário externo, tendo em vista o rebaixamento dos ratings soberanos da Grécia e de Portugal pela Standard & Poor´s. O Ibovespa perdeu o patamar dos 67 mil pontos e atingiu a menor pontuação desde o dia 26 de fevereiro (66.503).

SÃO PAULO - No segundo pregão seguido de baixa, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) teve seu desempenho comprometido pelo cenário externo, tendo em vista o rebaixamento dos ratings soberanos da Grécia e de Portugal pela Standard & Poor´s. O Ibovespa perdeu o patamar dos 67 mil pontos e atingiu a menor pontuação desde o dia 26 de fevereiro (66.503). Dados preliminares indicam que, com mínima de 66.499 pontos e máxima de 68.868 pontos, o Ibovespa fechou com queda de 3,43% - maior baixa diária desde 4 de fevereiro (4,73%), aos 66.511 pontos. O giro financeiro atingiu R$ 8,582 bilhões. Entre os ativos de maior peso no Ibovespa, Petrobras PN teve queda de 3,63%, a R$ 32,10; Vale PNA caiu 4,93%, a R$ 46,58; Itaú Unibanco PN perdeu 3,33%, a R$ 36,21; BM & FBovespa ON teve desvalorização de 3,33%, a R$ 11,30; e Gerdau PN se depreciou em 5,27%, a R$ 28,71. Em Wall Street, o índice Dow Jones encerrou a jornada com baixa de 1,90%, aos 10.992 pontos, enquanto o S & P 500 recuou 2,34%, aos 1.184 pontos, e o Nasdaq se desvalorizou em 2,04%, aos 2.471 pontos. (Beatriz Cutait | Valor)
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