Faltando cerca de 30 minutos para o fim dos negócios na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) hoje, o índice Bovespa ampliou as perdas e chegou a cair mais de 3,5%. A piora dos mercados em Wall Street e o novo recorde de fechamento do petróleo em Nova York influenciaram na queda da Bovespa.

  • Ações da GM despencam 10% após relatório dizer que falência empresa "não é impossível"
  • Petróleo supera pela primeira vez os US$ 144 o barril em Londres
  • Bolsas européias fecham em baixa

    Por volta das 16h40 (de Brasília), o Ibovespa recuava 3,60%, a 61.116 pontos, na pontuação mínima do dia. No mesmo horário, nos Estados Unidos, o índice Dow Jones caía 1,17%, o Nasdaq-100 tinha queda de 1,87% e o S&P 500 cedia 1,46%.

    Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês), o contrato futuro do petróleo tipo WTI com vencimento em agosto fechou na máxima histórica a US$ 143,57 o barril (+1,84%). Após o fechamento, durante os negócios na sessão eletrônica da Nymex, o mesmo contrato renovou o recorde, a US$ 144,15 o barril.

    No Brasil, as ações ordinárias (ON) e preferenciais (PN) da Petrobras operavam em forte queda e caíam 3,91% e 4,43%, respectivamente, às 16h40. No mesmo horário, as ações ON e PN classe A (PNA) da Vale cediam 5,78% e 5,63%.

    Dólar

    A maior instabilidade externa no final da tarde e a intensificação das perdas na Bovespa não impediram que o dólar perdesse valor ante o real, mas seguraram a moeda acima do patamar de R$ 1,600.

    O dólar comercial fechou negociado a R$ 1,601 na compra e R$ 1,603 na venda, leve baixa de 0,12%. Na terça-feira, a moeda fechou a R$ 1,605, ganho de 0,50%.

    Com informações do Valor Online e Agência Estado

    Leia mais sobre Bovespa - dólar

    • Leia tudo sobre: bovespa
      Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.