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Ibovespa busca recuperação e já sobe mais de 4%

Esta quinta-feira prenuncia um dia de recuperação técnica na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), depois de cinco pregões seguidos de perdas muitos fortes, elevando para 22% as perdas registradas no mês de outubro. Às 10h10 (de Brasília), o índice Bovespa disparava 4,45%, retomando o nível dos 40 mil pontos, a 40.

Agência Estado |

309 pontos, na máxima do dia até o momento, acompanhando o alívio externo e o recuo nas cotações do dólar ante o real.

Após o corte coordenados de juro ontem pelos bancos centrais globais, os índices de ações dos Estados Unidos operam em alta de cerca de 2%, influenciados pelas projeções favoráveis da gigante de computadores IBM. A companhia reiterou seu prognóstico de lucro de US$ 8,75 por ação para o ano de 2008 ontem à noite, quando divulgou antecipadamente seu balanço.

Também contribui para o sinal positivo dos mercados financeiros internacionais, a notícia de que o Departamento do Tesouro dos EUA pode assumir participações em vários bancos do país para restaurar a confiança do sistema financeiro, segundo edição de hoje do jornal americano The New York Times (NYT). A medida poderia ajudar a destravar o crédito entre as instituições.

Na Europa, onde as bolsas sobem mais de 2%, a melhora técnica é favorecida pela forte recuperação das mineradoras, o que deve impulsionar as ações da brasileira Vale. Os ganhos refletem a recuperação dos preços dos metais nos mercados externos. O petróleo registra pequena valorização, próximo a estabilidade, tanto em Nova York quanto em Londres.

Apesar dessa melhora ensaiada pelo mercado, os especialistas continuam com o pé atras. "Qualquer ventinho ruim vindo lá de fora, como notícias sobre resgate de fundos e quebra de bancos, pode desmanchar essa alta", disse uma fonte. A torcida geral é para que o foco mude, mas a volatilidade vai continuar porque a crise não acabou.

Aqui, as ações do setor bancário voltam a concentrar as atenções. Ontem à noite, o Banco Central voltou a mexer nos depósitos compulsórios, o que resultará na liberação de R$ 23,2 bilhões aos bancos. Desta vez, o BC aumentou de R$ 300 milhões para R$ 700 milhões a dedução prevista para o compulsório de depósitos a prazo e reduziu de 8% para 5% o recolhimento adicional de compulsórios sobre os depósitos à vista e a prazo feitos em espécie remunerados pela taxa Selic.

No horário citado acima, as ações preferenciais (PN) e ordinárias (ON) da Petrobras subiam 6% e 5,43%, respectivamente; as ações PN classe A (PNA) da Vale ganhavam 5,43%; os papéis PN do Bradesco e do Itaú avançavam 3,56% e 4,76%, respectivamente, enquanto as ações ON do Banco do Brasil tinham alta de 4,28%.

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