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Ibovespa acentua baixa; agentes olham indicadores americanos

SÃO PAULO - A virada para o campo negativo das bolsas americanas, gerada pelo indicador de confiança do consumidor em abril, levou o Ibovespa a aprofundar o ritmo de queda no pregão. Por volta das 11h30, o principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) tinha desvalorização de 0,72%, aos 67.486 pontos, e girava R$ 1,533 bilhão.

Valor Online |

SÃO PAULO - A virada para o campo negativo das bolsas americanas, gerada pelo indicador de confiança do consumidor em abril, levou o Ibovespa a aprofundar o ritmo de queda no pregão. Por volta das 11h30, o principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) tinha desvalorização de 0,72%, aos 67.486 pontos, e girava R$ 1,533 bilhão. Ontem, o Ibovespa avançou 1,98%, para 67.978 pontos. Na semana, o índice acumula baixa de 2,20% e, no mês, queda de 3,4%. Indicadores americanos dominam as atenções dos investidores nesta sexta-feira. Pela manhã, o Departamento do Comércio do país divulgou a primeira prévia para o Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos, que mostrou expansão anual de 3,2% entre janeiro e março de 2010, pouco abaixo da expectativa do mercado. Nos três meses finais do ano passado, a economia americana havia crescido 5,6%. Foram os dados de confiança do consumidor da Universidade de Michigan, entretanto, que levaram o mercado americano a abandonar a alta do início do dia. O indicador que mede esse sentimento ficou em 72,2 em abril, ante os 73,6 de março. Em abril de 2009, a leitura registrada foi de 65,1. Há pouco, o índice Dow Jones recuava 0,21%, o Nasdaq declinava 0,49% e S & P 500 cedia 0,48%. Na Europa, as bolsas também operam no vermelho. O primeiro-ministro da Grécia, George Papandreou, alertou hoje da possibilidade de novas medidas de austeridade. Segundo ele, a sobrevivência do país está em jogo nas negociações com a União Europeia e o Fundo Monetário Internacional (FMI). No ambiente corporativo, as blue chips operavam em queda e contribuíam para o desempenho do Ibovespa. Há instantes, as ações PN da Petrobras registravam baixa de 1,24%, a R$ 32,61, enquanto os papéis PNA da Vale retrocediam 1,85%, a R$ 46,96. A mineradora anunciou hoje que adquiriu o projeto Simandou, na Guiné, por US$ 2,5 bilhões. A companhia comprou participação de 51% na BSG Resources (Guinea) Ltd., que detém concessões de minério de ferro na Guiné, em Simandou Sul (Zogota) e licenças de exploração em Simandou Norte (Blocos 1 & 2). Do valor total, US$ 500 milhões serão pagos à vista e o restante, em etapas sujeitas ao cumprimento de determinadas metas. Entre as maiores altas do Ibovespa estavam os papéis ON da PDG Realty, com ganhos de 2,49%, a R$ 15,62, as ações ON da Lojas Renner, com apreciação de 2,24%, a R$ 42,43, e Vivo PN, com aumento de 1,01%, a R$ 44,84. A Lojas Renner fechou o primeiro trimestre com lucro líquido de R$ 36,9 milhões, um crescimento de 239,8% em relação ao ganho de R$ 10,8 milhões de igual período do ano passado. A Vivo divulga seu balanço na segunda-feira. Já os papéis ON da Embraer subiam, há pouco, 0,29%, para R$ 10,35. A empresa obteve lucro líquido de R$ 44,1 milhões no primeiro trimestre, aumento de 15,1% em relação aos R$ 38,3 milhões apurados em igual período de 2009. A receita líquida caiu 33,3%, para R$ 1,780 bilhão. No sentido oposto, destaque de baixa para MMX ON, com recuo de 2,19%, a R$ 12,91, Brasil Telecom PN, com desvalorização de 2,17%, a R$ 10,77, e Vale ON, com queda de 2,13%, a R$ 53,54. Os papéis ON da Redecard caíam 1,75%, a R$ 29,03. A empresa teve lucro líquido de R$ 352,6 milhões no primeiro trimestre, acréscimo de 11,2% em comparação ao montante de um ano antes, de R$ 317,2 milhões. (Beatriz Cutait | Valor)

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