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Ibovespa abre em alta, com avanço do petróleo

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) abriu o pregão de hoje em alta, sinalizando que pode estender um pouco mais a recuperação iniciada há dois dias, repercutindo a alta das matérias-primas (commodities) no mercado internacional, mas o desempenho ruim das bolsas internacionais tende a limitar um ganho maior no mercado brasileiro. Às 10h10 (de Brasília), o Índice Bovespa subia 0,77%, a 55.

Agência Estado |

801 pontos, na máxima do dia até o momento.

De novo, as ações das blue chips Vale e Petrobras devem se beneficiar da valorização das commodities. No mesmo horário, os contratos futuros de petróleo subiam mais de 3% tanto em Londres quanto em Nova York, tendo ampliado a alta por conta da desvalorização do dólar ante as principais moedas estrangeiras e contínuas preocupações geopolíticas. Especulações de que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) diminua a produção e o conflito entre Rússia e Geórgia sobre a região da Ossétia do Sul também ajudam a alimentar as compras da matéria-prima.

As seguidas especulações sobre a exploração da camada do pré-sal, localizada abaixo do leito marinho, mantém no ar as incertezas sobre a companhia. "O mercado já se preparou para o pior", disse uma fonte, se referindo à desvalorização das ações das Petrobras nas últimas semanas, mas que teve uma trégua nos últimos pregões. Com a alta de quase 5% ontem, as ações de Petrobras reduziram para pouco mais de 4% a perda acumulada no mês. Mas os papéis continuam vulneráveis ao noticiário envolvendo o pré-sal. No mesmo horário citado acima, as ações ordinárias (ON) e preferenciais (PN) da estatal petrolífera subiam 2,14% e 1,61%, respectivamente.

A Vale, que subiu fortemente ontem - as ações ON dispararam 5,5% e as PN classe A (PNA), 6,97% - ainda tem muito a recuperar este mês. A valorização dos metais no exterior esta manhã, por causa do enfraquecimento do dólar, é um motivo para impulsionar as compras. No mesmo horário, os papéis PNA da mineradora ganhavam 1,85%.

O mercado abre também com as atenções voltadas para Eletrobrás. A informação de que a companhia vai realizar um aumento de capital para pagar os dividendos retidos pela empresa no fim da década de 1970 e início dos anos 1980 deve repercutir nos papéis ON da estatal. Segundo a Eletrobras, a operação pode ocorrer em setembro. A dívida dos dividendos retidos totaliza R$ 8,5 bilhões, sendo que a União tem direito a receber um valor superior a R$ 4 bilhões. No mesmo horário, as ações ON da Eletrobrás disparavam 7,01%.

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