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A alta de 0,40% do Índice de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15) de janeiro foi pressionada pela aceleração de preços nos produtos alimentícios e também nos não alimentícios. Os alimentos subiram 0,72% em janeiro, ante 0,34% em dezembro, pressionados pelos produtos in natura, cuja safra depende do clima.

Os destaques de alta ficaram com as frutas (2,41%), batata inglesa (11,87%), cervejas (2,11%) e refrigerantes (2%).

Nos itens agrupados na categoria não alimentícios, houve alta de 0,31% em janeiro, ante 0,29% em dezembro. Além da tarifa dos ônibus urbanos (2,35%, maior impacto na taxa), subiram também as tarifas dos ônibus intermunicipais (3,24%) e interestaduais (2,31%).

Segundo o IBGE, apesar da alta nos transportes públicos, o grupo transporte apresentou pequena queda em janeiro (de estabilidade em dezembro para -0,01% no primeiro mês do ano), "evidenciando os preços mais baixos tanto dos automóveis novos (-5,08%) quanto dos usados (-3,77%)".

A taxa do grupo habitação também ficou mais alta (de 0,32% de dezembro para 0,50% em janeiro), pressionada pelos aluguéis (de 0,56% para 1,01%) e condomínios (de -0,08% para 1,09%), assim como pelos artigos de vestuário (de 0,78% em dezembro para 0,84%).