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Iata estima perda de US$ 200 mi por dia a cias aéreas

A Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata, pela sigla em inglês) estimou hoje que os prejuízos causados pela nuvem de cinzas expelida pelo vulcão na Islândia resulte em prejuízos de US$ 200 milhões por dia para as companhias aéreas. Já a Associação de Companhias Aéreas Europeias (AEA, pela sigla em inglês) criticou hoje as medidas tomadas por governos em relação à ameaça representada pela nuvem de cinzas vulcânicas e disse que os danos econômicos são "enormes".

AE |

A Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata, pela sigla em inglês) estimou hoje que os prejuízos causados pela nuvem de cinzas expelida pelo vulcão na Islândia resulte em prejuízos de US$ 200 milhões por dia para as companhias aéreas. Já a Associação de Companhias Aéreas Europeias (AEA, pela sigla em inglês) criticou hoje as medidas tomadas por governos em relação à ameaça representada pela nuvem de cinzas vulcânicas e disse que os danos econômicos são "enormes". "Ninguém questiona que as cinzas vulcânicas representam uma ameaça à segurança", disse o secretário-geral da associação, Ulrich Schulte-Strathaus. Mas a AEA, cujos 36 membros incluem a British Airways, a Air France-KLM e a Lufthansa, tem observado com "preocupação" as diferentes reações de autoridades nacionais em relação ao fenômeno natural, acrescentou ele. Schulte-Strathaus reconheceu que os países devem impor proibições para voos em períodos diferentes, já que a nuvem de fumaça do vulcão da Islândia se desloca pela Europa. "Mas estamos preocupados com o fato de que diferentes critérios podem ser aplicados por diferentes autoridades para determinar se e quando o espaço aéreo será fechado e, igualmente importante, ser reaberto para as aeronaves", disse ele. "Os danos para a economia da Europa Ocidental são enormes, já que a infraestrutura que as empresas aéreas europeias fornecem é vital." A AEA, que há 50 anos representa companhias aéreas da Turquia até a Ucrânia, disse que uma coordenação em nível europeu evitaria "reações extremas". Schulte-Strathaus afirmou que é do interesse dos passageiros das empresa aéreas "que a União Europeia aplique critérios apropriados e comuns ao lidar com as nuvens de cinzas vulcânicas". "Estas medidas precisam ser baseadas em avaliações internacionalmente reconhecidas de risco", disse ele, de forma que os serviços possam ser retomados o mais rápido possível. A Eurocontrol, que coordena o controle de tráfego aéreo em 40 países, informou nesta sexta-feira que os viajantes europeus podem esperar um terceiro dia de voos cancelados no sábado. "As previsões sugerem que a nuvem de cinzas vulcânicas continua a se mover para o leste e sudeste e que o impacto vai continuar por pelo menos 24 horas", disse a Eurocontrol em comunicado. As informações são da Dow Jones.

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