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Iara é reserva isolada de petróleo

A revelação do volume estimado de 4 bilhões de barris de petróleo e gás no Campo de Iara, na camada do pré-sal da Bacia de Santos, praticamente aponta para uma reserva isolada, independente da vizinha megajazida de Tupi. Ou seja, a unitização - junção de volumes para planejar operacionalmente a produção -, se ocorrer, não deve incluir os dois blocos, os únicos que até agora tiveram estimativa de reservas conhecida.

Agência Estado |

Especialistas como o geólogo Giuseppe Bacoccoli, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), lembram que ambos prospectos foram feitos sobre um mesmo bloco, o BM-S-11 (Bacia Marítima de Santos, nº 11), arrematado pela Petrobras, em parceria com a portuguesa Galp e a britânica BG. O bloco foi a leilão na Segunda Rodada da Agência Nacional do Petróleo (ANP), em 2000.

Ao longo do período exploratório, a estatal e seus parceiros foram devolvendo à agência parte do bloco, como determina a lei. Hoje, eles têm cerca de metade do que foi arrematado e o bloco no qual continuam atuando, antes uma região única, ficou dividido em duas áreas, uma mais extensa, onde está Tupi e outra menor, que corresponde a Iara. A separação das duas acumulações já vinha sendo interpretada dessa maneira por analistas financeiros justamente porque a Petrobrás não tratou os dois prospectos como um só.

Um dos principais indicadores da falta de continuidade entre estas duas reservas é também o fato de a Petrobras ter incluído, entre as devoluções à ANP, uma área entre os dois, sinal de que a jazida não se estendia pelo espaço entre eles. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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