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Hong Kong detecta excesso de melanina em bolo da empresa Lotte

Pequim, 1 out (EFE).- O Centro de Segurança Alimentar de Hong Kong detectou hoje um excesso de melamina em um tipo de bolo elaborado pelo grupo japonês-sul-coreano de doces Lotte, o que fez com que tenha solicitado à empresa o fim de sua venda e pediu à população que não consuma o produto.

EFE |

A agência oficial de notícias chinesa "Xinhua" afirmou, por outro lado, que o produto continha um nível de melamina de 3,4 ppm (partes por milhão), quando o limite está fixado em 2,5 ppm.

O citado centro de controle de alimentos também explicou que das últimas 78 mostras analisadas encontrou um excesso de melamina no produto de Lotte.

"Informamos os resultados à companhia e lhe pedimos que interrompa a venda do produto. Por sua vez, enviamos cartas de advertência aos clientes no varejo e importadores, que retirarão o produto", afirmou um porta-voz deste centro, citado pelo "Xinhua".

O funcionário também afirmou que esta entidade recorrerá aos tribunais em caso de encontrar "evidências suficientes".

"Diante dos níveis de melamina encontrados, se aconselha à população que não consuma o produto", declarou.

Este produto não é o primeiro a apresentar níveis superiores de melamina aos permitidos nas análises realizadas pelas autoridades de Hong Kong, onde pelo menos cinco crianças foram atingidas pela ingestão de leite contaminado pelo composto químico.

Na semana passada, esta substância foi detectada pelas autoridades de Hong Kong em balas da marca White Rabbit, cereais da multinacional Heinz, biscoitos da empresa chinesa Silang, bolos da Four Seas e leite da Nestlé.

Quatro bebês morreram e cerca de 53 mil crianças adoeceram na China após consumirem leite adulterado com melamina, um componente químico industrial usado na fabricação de plásticos com o qual se tentou convencer que o leite vendido era rica em nutrientes.

O escândalo ameaça arruinar o setor lácteo chinês, pois os consumidores nacionais começaram a reduzir drasticamente o consumo de leite e derivados, e inúmeros países no mundo todo proibindo a importação deste tipo de alimentos. EFE ub/fal

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