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Honda foi escolhido como o melhor entre os 13 campeões

O Jornal do Carro está fazendo aniversário. São 26 anos de paixão pelo mundo do automóvel, durante os quais não medimos esforços para trazer todas as novidades, tendências e segredos do setor aos leitores, que são a razão do nosso trabalho.

Agência Estado |

E para comemorar esse momento tão importante, preparamos um presente especial para você: a terceira edição dos Melhores do JC.

Pelo terceiro ano consecutivo, elegemos os campeões de 13 categorias. Entre as novidades, além desta edição especial de 16 páginas, que pela primeira vez se transformou em um caderno à parte do JC, incluímos modelos argentinos e mexicanos - das duas primeiras eleições só participaram carros nacionais.

E o motivo é simples. Graças a acordos bilaterais, veículos produzidos nesses países, como o Ford Fusion e o Citroën C4 Pallas, por exemplo, entram no Brasil sem pagar imposto de importação, o que os torna bastante competitivos em relação aos feitos aqui.

Com isso, 92 versões de automóveis participaram desta eleição, 15 a mais que no ano passado. Também por isso criamos a categoria de sedãs com motores acima de 2 litros. Outra novidade foi a separação de minivans e monovolumes em segmentos distintos (na edição anterior esses modelos foram divididos pela cilindrada).

Os critérios utilizados para definir os vencedores são os mesmos de nossos comparativos, como preços, itens de série e opcionais, desenho, conjunto mecânico, comportamento, projeto, facilidade de revenda e custos de peças de reposição e seguro.

O grande campeão

Mais um destaque deste ano é a eleição do "Carro do JC". Trata-se do modelo que mais se destacou entre os 13 campeões: deu o sedã Honda Civic.

Ele concorre num segmento que, além do grande número de opções, reúne os representantes mais modernos. E o Honda se sobressai pela ótima dirigibilidade, desenho atual e acabamento caprichado.

As fotos são de André Lessa e a diagramação ficou a cargo de José Eduardo Tabanez. Boa leitura.

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