Publicidade
Publicidade - Super banner
enhanced by Google
 

Home centers anteciparam mudança

Para as grandes redes de materiais de construção as restrições não chegaram a provocar grandes impactos. Com depósitos localizados no entorno da cidade e uma capacidade de organização e planejamento do negócio, foi possível adaptar a logística.

Agência Estado |

"Começamos a nos preparar em maio. Como nossa frota é terceirizada, iniciamos a substituição dos veículos maiores pelos VUCs já naquela época. Quando o decreto entrou em vigor, já estávamos prontos", explica Ailton Brandão, diretor de logística e informática da C&C Casa e Construção. A rede tem uma loja, de pequeno porte, dentro da área de restrição. Neste caso foi preciso deslocar um funcionário para ficar esperando as cargas durante a noite.

Na Telhanorte também não houve grandes impactos. "Nosso sistema de frete é tratado separadamente dos preços dos produtos, assim, não houve aumento.", conta Vonede Assad, gerente de logística da rede. O preço do frete também não subiu. "A Telhanorte reestruturou seu sistema e negociou com os parceiros para que não houvesse nenhum repasse de custo para o cliente final. Além disso, os prazos de entrega continuam sendo cumpridos."

Como a C&C, a Telhanorte reduziu a capacidade dos veículos e estendeu os prazos de entrega noturna, com agendamento, para atender às necessidades dos clientes e da nova lei. Para as redes, a permanência dos VUCs também é essencial.

Leia tudo sobre: home

Notícias Relacionadas


Mais destaques

Destaques da home iG