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GVT trabalha para tornar positivo fluxo de caixa livre em 2009

Além de ampliar a participação de fornecedores locais no uso do Capex, com vistas a reduzir o impacto da variação do câmbio, a GVT quer melhorar seu fluxo de caixa livre em 2009, que ao final do terceiro trimestre era negativo em R$ 45 milhões. Um ano antes, esta rubrica - expressa pela dedução do investimento em ativo permanente (Capex) da geração de caixa medida pelo Ebitda - era de R$ 47,1 milhões negativos.

Agência Estado |

Em nove meses, o Ebitda menos Capex ficava no vermelho em R$ 130,924 milhões, bem acima dos R$ 48,4 milhões negativos de igual intervalo de 2007.

Para colocar no azul o fluxo de caixa livre, a GVT vai aumentar a participação dos serviços no Capex, depois de uma fase em que a prioridade era implantar a infra-estrutura de rede, com a compra de equipamentos. E também está trabalhando para melhorar a utilização da rede e investir em locais "realmente estratégicos" para maximizar o investimento, afirmou hoje o diretor de Relações com Investidores da empresa, Rodrigo Ciparrone. "Esta é uma meta interna que vamos procurar segui-la. Vamos olhar as oportunidades que surgirem", comentou o diretor, em teleconferência.

Segundo ele, a negociação de uma linha de R$ 500 milhões com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), ainda em andamento, não tem a ver com o propósito de melhorar o fluxo de caixa livre da empresa. "Temos geração de fluxo de caixa antes de Capex para sustentar as operações em 2009. Obviamente, queremos assegurar liquidez para anos seguintes, mas para 2009 não precisamos", disse o executivo. Durante a conferência com analistas e jornalistas, Ciparrone disse que sempre sonda o mercado para saber as condições e taxas praticadas em empréstimos, mas que, além do BNDES, não está conversando, neste momento, com bancos privados.

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