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O diretor de Relações com Investidores da GVT, Rodrigo Ciparrone, afirmou que a crise financeira não retardará os projetos de expansão geográfica da operadora de telecomunicações. Porém, ele reconheceu que a turbulência nos mercados globais leva a empresa a olhar com maior precisão seus planos de investimento.

Ele evitou usar o termo "cautela" ao ser questionado sobre o impacto da crise no programa de expansão da GVT. Mas afirmou que, "embora ninguém espere uma catástrofe econômica no ano que vem", a GVT vai observar com atenção os desdobramentos no mercado para tomar decisões. "Os tempos que estamos entrando agora não são mais os mesmos", ressaltou, ponderando que as telecomunicações adquiriram uma importância "muito grande na vida do indivíduo" e que o setor é menos elástico que outros bens e serviços.

Antes de ser indagado sobre a crise, durante a apresentação dos resultados do terceiro trimestre a analistas, Ciparrone havia dito que a empresa tem todos os requisitos, inclusive nível de liquidez adequado, para continuar com seus planos de crescimento, inclusive tendo a capacidade de contratação de crédito, como pleiteia com o BNDES. E destacou, também, que a companhia nutre perspectivas de geração maior de caixa.

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