A proporção do vazamento no Golfo do México levou o governo do Rio e o Ministério do Meio Ambiente a formar um grupo de trabalho para prevenção e mapeamento de riscos em plataformas de petróleo no Brasil. Composto por membros do Ibama, da Secretaria Estadual do Meio Ambiente, da Petrobrás e da Universidade Federal do Rio de Janeiro, o grupo quer saber da petrolífera qual é o plano de ação no caso de um acidente semelhante ao dos EUA.

A proporção do vazamento no Golfo do México levou o governo do Rio e o Ministério do Meio Ambiente a formar um grupo de trabalho para prevenção e mapeamento de riscos em plataformas de petróleo no Brasil. Composto por membros do Ibama, da Secretaria Estadual do Meio Ambiente, da Petrobrás e da Universidade Federal do Rio de Janeiro, o grupo quer saber da petrolífera qual é o plano de ação no caso de um acidente semelhante ao dos EUA. A primeira reunião será na sexta-feira, com a participação da ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. "A missão do grupo será apresentar ao Estado do Rio uma análise do que aconteceu lá (no Golfo do México), saber em quais circunstâncias nós operamos e como está nosso plano de contingência em comparação ao que foi adotado nos EUA", disse a secretária estadual do Meio Ambiente, Marilene Ramos. A coleta de informações será dividida em três partes: como evitar o acidente, o que fazer para conter a mancha e, posteriormente, como minimizar os danos à costa. Monitoramento. Em 2000 e 2001, acidentes no Rio e Paraná atingiram áreas de preservação e provocaram críticas sobre o tempo de reação da Petrobrás. Após os acidentes, a companhia alterou sua política de meio ambiente e segurança, criando centros de controle de vazamento em oito Estados. O investimento foi de R$ 164 milhões.

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