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Grupo de Cairns diz que alto preço dos alimentos permite corte de subsídios

Genebra, 20 jul (EFE).- O Grupo de Cairns, integrado pelo Brasil e outras nações agrícolas exportadoras, afirmou hoje que a alta dos preços dos alimentos e da receita dos produtores agropecuários oferece uma oportunidade única para o alcance de um corte substancial nos subsídios agrícolas concedidos por vários países ricos.

EFE |

"Os países que mais subvencionam entregaram bilhões de dólares em ajudas que desequilibram o comércio, negando oportunidade a outros, inclusive a de os produtores pobres de países em desenvolvimento entrarem no mercado", disse o grupo em entrevista coletiva.

Ministros de 30 países se reunirão a partir de amanhã em Genebra para levar adiante a Rodada de Doha, promovida pela Organização Mundial do Comércio (OMC).

Na opinião de analistas e negociadores, se esta tentativa não tiver êxito, a rodada estará fadada ao fracasso.

Em uma reunião marcada para que coordenassem suas posições, os ministros de vários países-membros do Grupo de Cairns - entre eles os de Argentina, Chile, Costa Rica e Peru - reivindicaram hoje uma mudança na posição dos países que concedem subsídios milionários.

Os ministros disseram a jornalistas que, "se existir vontade política suficiente", o documento que servirá de base para as negociações agrícolas desta semana poderá abrir aminho para a solução de temas fundamentais que estão pendentes. EFE is/bm/sc

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