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Grupo apresenta proposta intermediária para liberalização industrial na OMC

Genebra, 25 jul (EFE).- Um grupo de países que assumiram uma posição intermediária nas negociações para a liberalização dos mercados industriais, na Organização Mundial do Comércio (OMC), apresentou hoje uma proposta na qual tenta conciliar as posições extremas.

EFE |

Com esta iniciativa, essas nações tentam desbloquear as conversas na área industrial, que se transformaram em um obstáculo difícil de superar na reunião ministerial da OMC realizada desde segunda-feira, em Genebra.

Em meados da semana, a sombra do fracasso se abateu sobre os 30 ministros que tentam salvar a Rodada de Doha, negociada desde 2001 com o objetivo de conseguir uma maior liberalização do comércio agrícola, industrial e de serviços.

No entanto, uma aproximação alcançada ontem à noite e reforçada hoje entre os principais atores permitiu reativar o processo.

Nestas intensas negociações, os países que defendem uma posição intermediária no setor industrial propuseram números que se encontram na metade do caminho entre as aspirações dos países que são mais ofensivos e os que adotam tom mais defensivo nesta matéria.

Uma das novidades é a questão do alcance da proteção que poderia ser mantida sobre algumas categorias de bens.

Desta forma, a proposta do grupo prevê que os países em desenvolvimento terão que comprometer-se a aplicar o corte de tarifas acertado a, pelo menos, 20% das linhas tarifárias de cada categoria.

Isso indica, por outro lado, que podem manter certo nível de proteção sobre os 80% restantes.

Como alternativa a esses 20%, o grupo afirma que também poderia se escolhida outra fórmula, tomando como base os 9% do valor das importações de cada categoria de produtos industriais. EFE is/gs

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