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Greves custaram R$ 554 milhões às refinarias francesas

Prejuízo não poderá ser recuperado e afetará as refinarias francesas, que já passam por dificuldades financeiras, diz associação

EFE |

As greves contra a reforma da previdência custaram 230 milhões de euros (aproximadamente R$ 554 milhões) às refinarias francesas, que ficaram paradas durante mais de dez dias, revelou nesta quinta-feira a União Francesa de Indústrias Petrolíferas (UFIP).

A UFIP declarou em comunicado que o prejuízo não poderá ser recuperado e afetará diretamente as refinarias francesas, que já passam por dificuldades financeiras. A gigante petrolífera Total, que explora seis das 12 refinarias que operam na França, já tinha cifrado em 100 milhões de euros as perdas do grupo como consequência das paralisações.

A ministra da Economia, Christine Lagarde, avaliou o impacto econômico das greves em entre 200 a 400 milhões de euros por cada um dos dias de interrupções. Já alguns meios de comunicação franceses cifraram as perdas totais em de 1,6 a 3,2 bilhões de euros.

A intensa mobilização sindical contra a reforma não impediu que fosse aprovada pela Assembleia Nacional e pelo Senado e se transformará em lei quando o presidente da França, Nicolas Sarkozy, sancionar a medida.

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