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Greve nos Correios já atinge 23 estados, diz representante dos funcionários

SÃO PAULO - A paralisação dos funcionários dos Correios, definida ontem durante assembléias espalhadas pelo país, já atinge pelo menos 23 estados, além do Distrito Federal. A informação é do secretário-geral da Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios, Telégrafos e Similares (Fentect), Manoel dos Santos Oliveira Cantoara.

Valor Online |

Segundo ele, somente os estados de Santa Catarina, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul ainda não aderiram ao movimento. O sindicalista, entretanto, não soube precisar o número de trabalhadores que estão de braços cruzados.

A greve é um protesto contra propostas apresentadas pelos Correios, consideradas desfavoráveis aos trabalhadores. Segundo a assessoria da Fentect, os funcionários rejeitaram o Plano de Carreira, Cargos e Salários proposto pela empresa, alegando que, entre outras coisas, fere o contrato de trabalho .

Além disso, está na pauta de reivindicações o pagamento de um adicional de 30% sobre o salário-base dos carteiros. O acordo para esse pagamento, segundo a Fentect, foi assinado em novembro de 2007 pelo ministro das Comunicações, Hélio Costa, porém não foi cumprido pelos Correios.

Há também um protesto contra a divisão dos lucros da empresa. De acordo com os grevistas, os funcionários de salário mais baixo receberam cerca de R$ 240 durante a última distribuição dos ganhos, enquanto os de maior salário chegaram a embolsar até R$ 44 mil.

Procurada, a assessoria dos Correios não dispunha de nenhum profissional para atender a imprensa por volta das 12h30.

(Murillo Camarotto | Valor Online)

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