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Greve na França prejudica transportes, mas tem adesão fraca

Paris, 29 jan (EFE).- A greve nacional convocada hoje na França por sindicatos contra a demissão de 30 mil funcionários públicos prevista pelo Governo tem adesão fraca nos diferentes setores e os maiores problemas acontecem nos transportes públicos.

EFE |

Os mais afetados até o momento são os passageiros do aeroporto parisiense de Orly, onde 35% dos voos previstos foram cancelados. Os que estão operando decolam com uma hora de atraso, em média.

No outro aeroporto da capital francesa, Charles de Gaulle, apenas 12% dos voos previstos para hoje foram cancelados, segundo sua administradora, Aeroportos de Paris (ADP).

Nos trens, as "perturbações", foram menores do que as previstas, na rede da empresa pública francesa de ferrovias SNCF, na qual a greve é seguida por 36,7% dos empregados.

Mais da metade dos trens de alta velocidade circula com normalidade, e no caso das ferrovias Eurostar e Thalys, o serviço funciona com 100%.

O transporte metropolitano de Paris, também funciona melhor do que o previsto, com o metrô operando com 75% de sua capacidade e os ônibus, com 85%.

No setor da educação, os sindicatos afirmam que 67,5% dos empregados do ensino fundamental e 60% do médio aderiram a greve, mas, segundo o ministério da Educação, estas adesões são de apenas 47,9% e 28%, respectivamente. EFE pi/jp

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