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Greve dos Correios abre espaço a prestadoras de serviço

Com a greve dos Correios, as empresas de encomendas expressas viram seu movimento aumentar drasticamente nos últimos dias.

Agência Estado |

 

    "No começo da greve não houve uma procura grande, mas conforme a paralisação se estendeu, a necessidade de as pessoas enviarem correspondências importantes fez com que elas nos procurassem", diz o gerente de projetos da TNT Mercure, José Tranjan.

    Nos últimos 18 dias, tempo de duração da greve, o volume de entregas expressas da empresa aumentou 120% para destinos nacionais e 30% para o exterior. "A maior demanda está no eixo Rio-São Paulo e também entregas para Europa e Ásia."

    Ele diz que a maior procura foi por parte das lojas online, que precisavam garantir a entrega dos produtos que vendiam. "São encomendas pequenas, em torno de 3 quilos", afirma. Como julho é um mês de menor movimento nas entregas, por causa das férias escolares em todo o mundo, Tranjan diz que não precisou contratar pessoal extra. "A estrutura da empresa deu conta de atender à demanda, apesar de ela mais que dobrar", afirma Tranjan.

    O mesmo aconteceu na americana DHL. Desde 1º de julho, a empresa registrou um aumento de 114% no envio de remessas expressas, incluindo operações domésticas e internacionais.

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