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Grandes bancos pedem ação internacional para conter crise

Washington - A turbulência que abala os mercados financeiros internacionais requer a intervenção governamental e respostas sistemáticas e coordenadas, afirmou nesta quinta-feira o Instituto Internacional de Finanças (IIF), maior associação mundial de bancos.

EFE |

 

"Os problemas nos mercados desencadearam uma crise maior que ameaça os fundamentos próprios do sistema financeiro", afirmou o diretor-gerente do IIF, Charles Dallara, em coletiva de imprensa.

Dallara divulgou uma carta que dirigiu ao diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss Kahn, poucos dias antes da assembléia semestral do FMI e do Banco Mundial.

"As respostas sistemáticas e coordenadas internacionalmente pelas autoridades são essenciais neste momento, e requerem o uso em grande escala, embora de forma temporária, de fundos governamentais", afirmou Dallara.

O diretor-gerente do IIF, grupo integrado por quase 400 dos maiores bancos do mundo, pediu que o Congresso dos Estados Unidos aprove o plano de socorro financeiro.

Entre as medidas propostas por Dallara está que os Governos, os bancos centrais e as autoridades reguladoras continuem "apoiando, e fortalecendo quando necessário, o retorno ao funcionamento normal dos mercados bancários e monetários".

"Depois das recentes iniciativas americanas para aliviar os mercados que têm ativos problemáticos, as autoridades dos EUA e da Europa têm que formular marcos para a resolução e recapitalização bancária", disse.

Hoje, Dallara pediu ao FMI e aos países mais industrializados do mundo que considerem o "estabelecimento de um organismo regulador que coordene em nível global" que vigie e regule as regulamentações financeiras e a supervisão dos mercados.

Além disso, afirmou que "apesar dos passos dados já para resolver as instituições com problemas, é preciso fazer mais nos EUA e na Europa".

"Quando for necessário, se deve injetar temporariamente capital do governo, para preservar a estabilidade do sistema", acrescentou.

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