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Grand Tour reina absoluta

Pelo segundo ano consecutivo a Renault Grand Tour levou a melhor no segmento das médias. Agora, a perua feita no Paraná está praticamente sozinha no mercado nacional.

Agência Estado |

Como a Fiat deixou de produzir a Marea Weekend e a Peugeot 307 SW é francesa, a única concorrente da Grand Tour é a Toyota Fielder.

Ocorre que a aguardada reestilização do Corolla, promovida em abril, não incluiu a versão perua do modelo, que já havia perdido o primeiro lugar no ranking de vendas para a Grand Tour em janeiro. E não há sinais de que possa haver revanche. De acordo com fontes de mercado, a Fielder deve deixar de ser produzida este ano.

Mas nada disso tira o brilho dessa Renault. Seu conjunto mecânico é superior ao da rival da Toyota, que parte de R$ 68.833 e só tem motor 1.8 flexível de 136 cv. Com tabela a partir de R$ 59.490, a Grand Tour vem com propulsor 1.6 Flex e câmbio manual de cinco marchas. As versões 2.0 a gasolina trazem caixa manual de seis velocidades ou automática seqüencial de quatro (opcional).

Além da direção com assistência elétrica (a da Fielder é hidráulica), a Grand Tour tem motor com variador de fase no comando de válvulas do cabeçote. Esse recurso possibilita boas respostas em qualquer regime de rotação e deixa a perua da Renault bem esperta - inclusive a versão 1.6.

Outros destaques são o sistema de partida, com cartão no lugar da chave e porta-malas para 520 litros (109 l maior que o da rival).

Jetta

Embora não concorra diretamente com a Grand Tour, cuja versão topo de linha sai a R$ 81.890, uma boa novidade é a mexicana Jetta Variant, da VW. Com motor 2.5 a gasolina de 170 cv, a perua tem porta-malas com 505 litros e preço sugerido de R$ 91.940.

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