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Governo vai suprir crédito para comércio exterior se for preciso

BRASÍLIA - O ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge, reiterou nesta quinta-feira o compromisso do governo de suprir o comércio exterior em caso de escassez de linhas de crédito por conta da crise externa. E disse que preferia comentar o anúncio de investimentos de US$ 2 bilhões da Symetrix, na abertura de uma empresa de semicondutores em São Carlos (SP).

Valor Online |

 

"Até agora, não recebi telefonema de nenhuma empresa exportadora", afirmou. "Não haverá nenhum problema de crédito para exportadores", prosseguiu Miguel Jorge, que não quis analisar os efeitos da tensão de hoje nos mercados, em função da espera da votação de amanhã do pacote de ajuda ao sistema financeiro norte-americano.

"Por enquanto, não temos crise", continuou o ministro, ao falar sobre a questão das linhas comerciais para exportação. E disse ainda que entre as medidas anticrise em estudo para apresentação ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na próxima semana, a questão de eventual redução do crédito ao varejo não está contemplada.

Ladeado pelos empresários Jorge Gerdau, do Grupo Gerdau, e Cledorvino Belini, presidente da Fiat para América Latina, o ministro participou do lançamento da II Bienal Brasileira de Design, que abrirá no próximo dia 8 no Museu Nacional em Brasília.

O ministro aproveitou para passar a bola para os empresários, deixando-os responder às perguntas dos jornalistas, e escapou da entrevista que ocorria no auditório do ministério para não responder sobre a queda na Bovespa e a disparada do dólar nos negócios de hoje. Ele disse apenas que ainda é cedo para medir o efeito da subida de preço do dólar sobre a balança comercial.

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