O ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, disse hoje que o governo vai tentar mostrar aos senadores que o fator previdenciário tem que ser mantido e que o limite para o reajuste das aposentadorias acima de um salário mínimo é de 7%. "Vamos defender no Senado a volta do fator previdenciário e que o limite do governo para os aposentados é de 7%", disse Padilha, ao deixar o almoço da pré-candidata Dilma Rousseff com a cúpula do PSB.

O ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, disse hoje que o governo vai tentar mostrar aos senadores que o fator previdenciário tem que ser mantido e que o limite para o reajuste das aposentadorias acima de um salário mínimo é de 7%. "Vamos defender no Senado a volta do fator previdenciário e que o limite do governo para os aposentados é de 7%", disse Padilha, ao deixar o almoço da pré-candidata Dilma Rousseff com a cúpula do PSB.

Ontem, na votação da medida provisória que corrigia as aposentadorias com valores acima do salário mínimo, a Câmara aprovou um reajuste de 7,7% e o fim do fator previdenciário, método de cálculo para as aposentadorias. A proposta inicial era de reajuste de 6,14%.

"Se os parlamentares acham que o clima eleitoral vai fazer com que o governo prejudique as contas do País, estão enganados. Em 2006 rejeitamos um reajuste para os aposentados e vencemos as eleições", lembrou. "Não podemos, por conta de um clima eleitoral, prejudicar as contas do governo".

Segundo ele, pelos cálculos inicias, o fim do fator previdenciário causaria um impacto de R$ 4 bilhões por ano nas contas da Previdência. "Isso sem levar em conta as pessoas que estão para se aposentar", afirmou.

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